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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Alma Inquieta



A alma inquieta,
Chora o desespero dos poetas.
Chora a morte que veio em hora incerta.
Sorri amargurada.
E sorri alegremente para o céu escuro
da madrugada.
A alma inquieta,
Ama o esforço do atleta.
Ama o silêncio da pedra.
Ama o amor do poeta.
Cíntia de Oliveira

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