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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Saquinhos de Jornal

Para quem deseja preservar o meio ambiente mas não sabe o que fazer pode começar
Reduzindo a quantidade de saco plástico descartada no lixo.
Como?  Você pode substituir o velho saco plástico pelos SAQUINHOS DE JORNAL!
É muito fácil fazer e até mesmo terapêutico. Leva poucos segundos:


1 - Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.


2 - Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, e mantenha sua base para baixo.






 3 -Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.


4 -Vire a dobradura "de barriga para baixo", escondendo a aba que você acabou de dobrar.


5- Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda, e você terá a seguinte figura:
 

 6- Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.


7- Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.
  

 Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:


Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!


É só encaixar dentro do seu cestinho e parar pra sempre de jogar mais plástico no lixo!


 

Fácil Né? Sempre após ler o jornal você pode deixar vários prontos.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O SUGADOR

Sou rico como a Terra negra e farta.
Alimento as coisas que sugam.
O sugador não sabe o que suga.
No entanto:
A boa e velha Terra nunca se revoltou
quando devastaram os campos,
escavaram o solo,
cortaram cada árvore da floresta.
A terra cobriu-se de areia
quando o solo se foi.
Nunca refizeram os campos;
o filhote devolve o que sugou?
Tiraram o meu conhecimento
para curar a alma do doente,
e a ferramenta que construí
para captar a própria essência de Deus.
E pegaram no meu nome
e amarraram-no ao redor do pescoço,
como proteção contra o frio gelado
que castigava a sua carne dolorida.
Não se interessaram pela graça
de amar e cuidar.
Não tinham olhos para ver,
nem mãos para tocar;
nem sentido para viver a graça.
Devastaram simplesmente os campos.
E a Mãe Terra não se revoltou,
nem os atirou para fora.
Cobriu-se apenas de luto
onde a multidão havia habitado.
O solo rico e bom,
que já fora pingue e fértil,
foi-se,
porque eles nunca devolveram a graça.
Não tinham almas:
deram, para receber;
aprenderam, para tirar proveito;
e adoraram, para ganhar.
Nunca, nunca procuraram o espaço
com os braços, o coração ou o cérebro.
O movimento de anseio
foi-se dos seus peitos
exceto para AGARRAR.
Os seus lábios não podiam beijar,
o seu sorriso estava congelado.
A isto chamaram eles o seu «pecado»
e para se verem livres dele,
pregaram o seu redentor
na cruz do feiticeiro.

Poema disponível no livro O Assassinato de Cristo - Wilhem Reich

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Mundos Opostos II

Mundos localizados em diferentes extremos
Tal distância já não é um problema
Somos a projeção um do outro
Talvez seu mundo seja o meu... E o meu seja o teu
Já não há mais censura
Meu ego finalmente encontrou o equilíbrio.

Libedade

Furiosas tempestades finalmente cessaram
O sol surge e com  ele sobrevêm a paz
O preconceito e a intolerância perdem a guerra
E a sabedoria vem conquistando seu lugar
Fazia algum tempo que não sentia o ar da liberdade
Agora já posso respirá-la novamente
Sinto-me Livre.